23/04/2010

Poesia

Guerra
Rangeres C. Gomes

Os filhos a guerra impaciente espera seus leitos
As camas cobertas de branco mortos ou dementes

Átomos loucos que devoram céus, terra e gentes..
O ventre que gera a acefalópode aranha do inferno
Cultivando as feras homem

Trombócitas engrenagens rangentes
A chama e a vela, estrela cadente
Deambulam da mente as cavidades metacárpicas

Rios que correm no rosto, bágoas do tempo
A alma que queima e vagida do lado de fora
Veias que pulsam lava quente

Um comentário:

  1. Gostei da iniciativa de escrever.
    Agora podemos fazer análise do discurso de nossas próprias obras! hauahua :D
    Continue (:

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